Caros amigos,
Continuaremos nosso blog a partir de hoje no site "O DIARIO". Endereço abaixo:
http://www.odiario.com/blogs/plasticaesaude/
Forte abraço a todos!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Cigarro vs Cirurgia Plástica
Faz parte da rotina do cirurgião plástico a pergunta: “Mas doutor, vou ter que parar de fumar para fazer a cirurgia?”
Inegáveis e inúmeros são os malefícios do cigarro, mas vamos nos ater ao universo da cirurgia plástica. O cigarro prejudica a cicatrização de várias formas. Aumenta também o risco de complicações com anestesia. A recuperação é mais lenta e sujeita a inúmeros contratempos.
Sendo assim, eu freqüentemente me intrigo com a pergunta: “Não parece paradoxal o fumante se preocupar mais com o aspecto exterior em detrimento da saúde global?”
Algumas cirurgias plásticas são mais prejudicadas pelo cigarro. Dentre elas destacamos a plástica facial e abdominal (dermolipectomia).
Recomenda-se que o cigarro seja suspenso, no mínimo, 3 a 4 semanas antes do procedimento e, se possível, algumas semanas após o mesmo.
Também é comum a frase: “Eu não me importo com os riscos, preciso melhorar”. A única interpretação desta frase é que, quem a diz, não conhece realmente todos os riscos.
Enquanto cirurgião plástico, entendo o anseio pela melhora estética. Mas antes de tudo, somos médicos. Não podemos perder esta grande oportunidade de melhorar a vida do paciente.
Cigarro e cirurgia plástica não combinam. Aliás, cigarro combina com alguma coisa? Está bem fora de moda ultimamente...
Software ajuda a programar a cirurgia de implante de silicone
É evidente (e não tem mesmo como esconder) que a cirurgia de implante de prótese de mama tem sido amplamente realizada. Deparamo-nos frequentemente com mamas que são muito assimétricas. É praticamente nula a possibilidade de a mulher apresentar mamas absolutamente iguais e simétricas. Alguma diferença sempre existirá. No entanto, algumas diferenças devem ser vistas antes de operar com o intuito de minimizar esta situação. Em alguns casos, por exemplo, chegamos a usar próteses de tamanho e formato diferentes.
As alterações da mama mais comuns são: diferença na altura dos mamilos, volumes diferentes, alterações na projeção do tórax (costelas), sulco mamário (dobra da mama) em alturas diferentes.
Até hoje usamos métodos manuais e fotográficos para medir estas diferenças.
Em recente estudo publicado na China, aliás este país tem muito se destacado na área da cirurgia plástica, o autor sugere o uso de um software que capta a imagem da paciente e projeta em 3 dimensões. (figura abaixo).
Vamos aguardar mais estudos e esperar que a novidade chegue até nós.
Baseado no artigo: "The Role of Three-Dimensional Scanning
Technique in Evaluation of Breast Asymmetry
in Breast Augmentation: A 100-Case Study"
Publicado na revista: Plastic and Reconstructive Surgery • December 2010
As alterações da mama mais comuns são: diferença na altura dos mamilos, volumes diferentes, alterações na projeção do tórax (costelas), sulco mamário (dobra da mama) em alturas diferentes.
Até hoje usamos métodos manuais e fotográficos para medir estas diferenças.
Em recente estudo publicado na China, aliás este país tem muito se destacado na área da cirurgia plástica, o autor sugere o uso de um software que capta a imagem da paciente e projeta em 3 dimensões. (figura abaixo).
Vamos aguardar mais estudos e esperar que a novidade chegue até nós.
Baseado no artigo: "The Role of Three-Dimensional Scanning
Technique in Evaluation of Breast Asymmetry
in Breast Augmentation: A 100-Case Study"
Publicado na revista: Plastic and Reconstructive Surgery • December 2010
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Cirurgia Plástica Para Enxaqueca?
A enxaqueca é uma forma muito comum de dor de cabeça. Estima-se que 35 milhões de americanos são portadores desta condição. Naquele país, o prejuízo estimado anualmente é de cerca de 18 bilhões de dólares por ano (principalmente devido absenteísmo e diminuição da produtividade no trabalho). Supõe-se que afete 18% das mulheres e 6% dos homens, podendo ocorrer até mesmo em crianças.
No Brasil não há dados precisos disponíveis, mas pode-se imaginar que a situação não seja muito diferente.
Ainda é uma doença cuja causa não esta bem estabelecida. Neurologistas e estudiosos do assunto defendem a teoria de que a origem seja um desequilíbrio na circulação sanguínea do cérebro, internamente. Julgam haver uma dilatação dos vasos sanguíneos. Esta é uma das teorias mais aceitas na atualidade.
Já há algum tempo foi evidenciado e respaldado por vários estudos, que, a toxina botulinica (usada para diminuir as rugas, comercial Botox®) pode melhorar os sintomas em alguns pacientes. A partir daí, começa-se a questionar a teoria de que o problema inicial é interno e admite-se a possibilidade de haver algum fator externo como sendo o gatilho inicial.
E onde a cirurgia plástica entra nesta história?
Existe um tipo de cirurgia plástica facial em que é usado o videoendoscopio. Técnica relativamente recente que minimiza as rugas e alterações do envelhecimento facial. Durante esta cirurgia alguns nervos da face são liberados dos seus músculos para que os mesmos sejam enfraquecidos, diminuindo as rugas. Existem alguns relatos de que estes pacientes teriam supostamente seus sintomas de enxaquecas diminuídos. Este é mais um argumento que fortalece a hipótese de que a enxaqueca possa ter sua origem em nervos periféricos, que ficam, de certa forma, comprimidos pelos músculos ou outras estruturas ao seu redor. Esta nova forma de ver as coisas abre um outro campo de possibilidade de tratamento: cirurgia descompressiva dos nervos periféricos. Realizar descompressão dos nervos usando a cirurgia para evitar que a enxaqueca se inicie. Ao menos no campo teórico faz algum sentido.
Vamos aguardar e observar a evolução dos estudos. Talvez, em um futuro próximo, possa aliviar a vida de muita gente que sofre deste perverso incomodo.
Texto escrito baseado no artigo: “Migraine Surgery: A Plastic Surgery Solution for
Refractory Migraine Headache” Revista: Plastic and Reconstructive Surgery • Janeiro de 2011
No Brasil não há dados precisos disponíveis, mas pode-se imaginar que a situação não seja muito diferente.
Ainda é uma doença cuja causa não esta bem estabelecida. Neurologistas e estudiosos do assunto defendem a teoria de que a origem seja um desequilíbrio na circulação sanguínea do cérebro, internamente. Julgam haver uma dilatação dos vasos sanguíneos. Esta é uma das teorias mais aceitas na atualidade.
Já há algum tempo foi evidenciado e respaldado por vários estudos, que, a toxina botulinica (usada para diminuir as rugas, comercial Botox®) pode melhorar os sintomas em alguns pacientes. A partir daí, começa-se a questionar a teoria de que o problema inicial é interno e admite-se a possibilidade de haver algum fator externo como sendo o gatilho inicial.
E onde a cirurgia plástica entra nesta história?
Existe um tipo de cirurgia plástica facial em que é usado o videoendoscopio. Técnica relativamente recente que minimiza as rugas e alterações do envelhecimento facial. Durante esta cirurgia alguns nervos da face são liberados dos seus músculos para que os mesmos sejam enfraquecidos, diminuindo as rugas. Existem alguns relatos de que estes pacientes teriam supostamente seus sintomas de enxaquecas diminuídos. Este é mais um argumento que fortalece a hipótese de que a enxaqueca possa ter sua origem em nervos periféricos, que ficam, de certa forma, comprimidos pelos músculos ou outras estruturas ao seu redor. Esta nova forma de ver as coisas abre um outro campo de possibilidade de tratamento: cirurgia descompressiva dos nervos periféricos. Realizar descompressão dos nervos usando a cirurgia para evitar que a enxaqueca se inicie. Ao menos no campo teórico faz algum sentido.
Vamos aguardar e observar a evolução dos estudos. Talvez, em um futuro próximo, possa aliviar a vida de muita gente que sofre deste perverso incomodo.
Texto escrito baseado no artigo: “Migraine Surgery: A Plastic Surgery Solution for
Refractory Migraine Headache” Revista: Plastic and Reconstructive Surgery • Janeiro de 2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Seriados medicos exageram na exposição de medicos e pacientes.
Show dos sem ética
Produções de TV do exterior e também exibidas no Brasil mostram rotina de médicos e pacientes antes, durante e depois de cirurgia
Alguns canais de televisão norte-americanos exibem, regularmente, programas sobre cirurgia plástica. Neles, profissionais deixam de ser apenas médicos e tornam-se celebridades. A superexposição da vida de cirurgiões e pacientes – antes, durante e depois do procedimento – é escancarada. Um dos mais conhecidos do gênero é o Dr. 90210, no ar desde 2004, nos Estados Unidos. O programa mostra a rotina de alguns médicos, entre eles, Robert Rey, cirurgião plástico brasileiro, proprietário de uma clínica em Beverly Hills que arrecada milhões de dólares por ano, não só com cirurgias, mas com o próprio show televisivo e publicidade. No Brasil, começou a ser apresentado em canal fechado.
Além de exibir as cirurgias, pacientes e todo o drama emocional que envolve o procedimento, a produção mostra a vida particular dos médicos. Rey e outros profissionais vivem rodeados de câmeras, que os seguem até em momentos de lazer ou convívio familiar. Na TV aberta brasileira, o programa é veiculado desde 2007 pela Rede TV, com o título Dr. Hollywood. Nessa versão, além do conteúdo original da produção americana, Rey concede, a cada episódio, entrevista exclusiva à apresentadora do canal brasileiro, Daniela Albuquerque.
Se atuasse como médico no Brasil, Rey já teria respondido a procedimento ético em um dos conselhos de medicina. O conselheiro do Cremesp e coordenador da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), Lavínio Camarim, lembra que a legislação médica norte-americana é diferente da brasileira. “Nós temos um código de ética que preserva muito o trabalho do médico e, principalmente, a medicina”.
No Brasil, é vedada a exibição de pacientes e cirurgias que não estejam inseridos em ambientes de ensino e congressos médicos. Regulam a divulgação de assuntos médicos e a propaganda, o Decreto-Lei Federal nº 4113/42, a Resolução nº1701/03 do Conselho Federal de Medicina (CFM), além de vários artigos do Código de Ética Médica. Há, ainda, o Manual da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), com normas específicas sobre o tema.
“Programas como o Dr. Hollywood entram no país e prestam um desserviço à sociedade brasileira e à medicina, por expor pacientes, prometer resultados e criar um show em torno de procedimento cirúrgico”, afirma Camarim. “O médico brasileiro responderia a uma sindicância, que poderia justificar um processo ético-profissional, caso participasse de programa desse gênero”, alerta.
As sociedades médicas também condenam essa prática. “A exposição de pacientes em programas de televisão que não têm caráter educativo, apenas com a finalidade de promoção pessoal e de modo sensacionalista, é condenada pelas sociedades de cirurgia plástica de qualquer país e pelos médicos”, declara o presidente da Federação Ibero Latino-Americana de Cirurgia Plástica, José Tariki. “Os próprios cirurgiões plásticos norte-americanos sentem-se desconfortáveis com esse tipo de programa, pois traz conotações que vulgarizam a especialidade, dando a impressão de serem procedimentos banais”, completa Tariki.
Além do Dr. Hollywood, a televisão dos EUA já produziu outras “atrações” na mesma linha. O 10 Years Younger, do Discovery Home and Health, e o Extreme Makeover, da ABC, acompanhavam pessoas que, após serem submetidas a cirurgias plásticas, mudavam radicalmente a aparência. A MTV foi mais longe no show de absurdos. Exibiu, durante 2004 e 2005, o I Want a Famous Face, no qual pessoas comuns passavam por várias intervenções cirúrgicas para ficar com o rosto igual ao de uma celebridade. “Esse tipo de reality show tem formato de apresentação impactante e causa desconforto e insegurança às pessoas que pretendem se submeter à cirurgia plástica”, lamenta Tariki.
Também é comum a participação de médicos em programas de variedades – no exterior e no Brasil. Alguns profissionais têm até quadros fixos em algumas produções. Nem todos respeitam os preceitos éticos que a exposição exige. Na Codame do Cremesp, um grupo de conselheiros e delegados acompanha a participação de médicos na mídia.
Além de orientar os profissionais sobre os aspectos éticos na divulgação, publicidade e propaganda de assuntos médicos, a comissão pode encaminhar denúncia contra os que não seguem as normas. “Estamos indo a campo para levar o ensinamento aos médicos, por meio de palestras, mas, ao mesmo tempo, fazendo buscas ativas na mídia para coibir os excessos”, explica Camarim. “O médico pode participar de programa de televisão apenas com o objetivo de orientar a população, demonstrando a característica informativa do assunto que está tratando”, completou ele. A Federação Ibero Latino-Americana de Cirurgia Plástica organiza mesas redondas sobre ética aos seus associados em que esse tema é discutido.
Nos Estados Unidos, o exercício ético da especialidade é regulado pela American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Dentro dessa grande área atuam os órgãos regulamentadores de subespecialidades, como a American Society for Aesthetic Plastic Surgery (ASAPS), presidida pelo médico Renato Saltz. “Aqueles que são membros da sociedade e possuem certificado de especialista têm de seguir o seu código de ética”, informa Saltz . Segundo ele, os especialistas credenciados são observados pelo conselho de ética e, também, pelo American Board of Plastic Surgery, podendo ser suspensos pelas duas entidades se cometerem ilícitos éticos.” Mas, infelizmente, não termos como parar casos como o de Dr. Robert Rey. Ele não é membro de nenhuma sociedade e não tem título de especialista”, afirmou Saltz. “Várias tentativas foram feitas e o público americano foi informado, de muitas maneiras, que seu show não representa a realidade da cirurgia plástica. Ele já perdeu muito ibope por aqui e, por isso, se lançou no Brasil, na República Dominicana e em outros países na América do Sul”, completou o presidente da ASAPS.
Procurada pela Ser Médico, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) disse que não iria se pronunciar sobre o assunto, “pois trata-se de um tema que não é institucional. Além disso, cada emissora é responsável pelo conteúdo que veicula”. A diretoria artística da Rede TV também foi contatada, mas não respondeu às questões encaminhadas até o fechamento desta edição. (Colaborou Bruno Martins)
Texto extraido da revista "Ser Medico" do CREMESP.
http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=Revista&id=506
Produções de TV do exterior e também exibidas no Brasil mostram rotina de médicos e pacientes antes, durante e depois de cirurgia
Alguns canais de televisão norte-americanos exibem, regularmente, programas sobre cirurgia plástica. Neles, profissionais deixam de ser apenas médicos e tornam-se celebridades. A superexposição da vida de cirurgiões e pacientes – antes, durante e depois do procedimento – é escancarada. Um dos mais conhecidos do gênero é o Dr. 90210, no ar desde 2004, nos Estados Unidos. O programa mostra a rotina de alguns médicos, entre eles, Robert Rey, cirurgião plástico brasileiro, proprietário de uma clínica em Beverly Hills que arrecada milhões de dólares por ano, não só com cirurgias, mas com o próprio show televisivo e publicidade. No Brasil, começou a ser apresentado em canal fechado.
Além de exibir as cirurgias, pacientes e todo o drama emocional que envolve o procedimento, a produção mostra a vida particular dos médicos. Rey e outros profissionais vivem rodeados de câmeras, que os seguem até em momentos de lazer ou convívio familiar. Na TV aberta brasileira, o programa é veiculado desde 2007 pela Rede TV, com o título Dr. Hollywood. Nessa versão, além do conteúdo original da produção americana, Rey concede, a cada episódio, entrevista exclusiva à apresentadora do canal brasileiro, Daniela Albuquerque.
Se atuasse como médico no Brasil, Rey já teria respondido a procedimento ético em um dos conselhos de medicina. O conselheiro do Cremesp e coordenador da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), Lavínio Camarim, lembra que a legislação médica norte-americana é diferente da brasileira. “Nós temos um código de ética que preserva muito o trabalho do médico e, principalmente, a medicina”.
No Brasil, é vedada a exibição de pacientes e cirurgias que não estejam inseridos em ambientes de ensino e congressos médicos. Regulam a divulgação de assuntos médicos e a propaganda, o Decreto-Lei Federal nº 4113/42, a Resolução nº1701/03 do Conselho Federal de Medicina (CFM), além de vários artigos do Código de Ética Médica. Há, ainda, o Manual da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), com normas específicas sobre o tema.
“Programas como o Dr. Hollywood entram no país e prestam um desserviço à sociedade brasileira e à medicina, por expor pacientes, prometer resultados e criar um show em torno de procedimento cirúrgico”, afirma Camarim. “O médico brasileiro responderia a uma sindicância, que poderia justificar um processo ético-profissional, caso participasse de programa desse gênero”, alerta.
As sociedades médicas também condenam essa prática. “A exposição de pacientes em programas de televisão que não têm caráter educativo, apenas com a finalidade de promoção pessoal e de modo sensacionalista, é condenada pelas sociedades de cirurgia plástica de qualquer país e pelos médicos”, declara o presidente da Federação Ibero Latino-Americana de Cirurgia Plástica, José Tariki. “Os próprios cirurgiões plásticos norte-americanos sentem-se desconfortáveis com esse tipo de programa, pois traz conotações que vulgarizam a especialidade, dando a impressão de serem procedimentos banais”, completa Tariki.
Além do Dr. Hollywood, a televisão dos EUA já produziu outras “atrações” na mesma linha. O 10 Years Younger, do Discovery Home and Health, e o Extreme Makeover, da ABC, acompanhavam pessoas que, após serem submetidas a cirurgias plásticas, mudavam radicalmente a aparência. A MTV foi mais longe no show de absurdos. Exibiu, durante 2004 e 2005, o I Want a Famous Face, no qual pessoas comuns passavam por várias intervenções cirúrgicas para ficar com o rosto igual ao de uma celebridade. “Esse tipo de reality show tem formato de apresentação impactante e causa desconforto e insegurança às pessoas que pretendem se submeter à cirurgia plástica”, lamenta Tariki.
Também é comum a participação de médicos em programas de variedades – no exterior e no Brasil. Alguns profissionais têm até quadros fixos em algumas produções. Nem todos respeitam os preceitos éticos que a exposição exige. Na Codame do Cremesp, um grupo de conselheiros e delegados acompanha a participação de médicos na mídia.
Além de orientar os profissionais sobre os aspectos éticos na divulgação, publicidade e propaganda de assuntos médicos, a comissão pode encaminhar denúncia contra os que não seguem as normas. “Estamos indo a campo para levar o ensinamento aos médicos, por meio de palestras, mas, ao mesmo tempo, fazendo buscas ativas na mídia para coibir os excessos”, explica Camarim. “O médico pode participar de programa de televisão apenas com o objetivo de orientar a população, demonstrando a característica informativa do assunto que está tratando”, completou ele. A Federação Ibero Latino-Americana de Cirurgia Plástica organiza mesas redondas sobre ética aos seus associados em que esse tema é discutido.
Nos Estados Unidos, o exercício ético da especialidade é regulado pela American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Dentro dessa grande área atuam os órgãos regulamentadores de subespecialidades, como a American Society for Aesthetic Plastic Surgery (ASAPS), presidida pelo médico Renato Saltz. “Aqueles que são membros da sociedade e possuem certificado de especialista têm de seguir o seu código de ética”, informa Saltz . Segundo ele, os especialistas credenciados são observados pelo conselho de ética e, também, pelo American Board of Plastic Surgery, podendo ser suspensos pelas duas entidades se cometerem ilícitos éticos.” Mas, infelizmente, não termos como parar casos como o de Dr. Robert Rey. Ele não é membro de nenhuma sociedade e não tem título de especialista”, afirmou Saltz. “Várias tentativas foram feitas e o público americano foi informado, de muitas maneiras, que seu show não representa a realidade da cirurgia plástica. Ele já perdeu muito ibope por aqui e, por isso, se lançou no Brasil, na República Dominicana e em outros países na América do Sul”, completou o presidente da ASAPS.
Procurada pela Ser Médico, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) disse que não iria se pronunciar sobre o assunto, “pois trata-se de um tema que não é institucional. Além disso, cada emissora é responsável pelo conteúdo que veicula”. A diretoria artística da Rede TV também foi contatada, mas não respondeu às questões encaminhadas até o fechamento desta edição. (Colaborou Bruno Martins)
Texto extraido da revista "Ser Medico" do CREMESP.
http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=Revista&id=506
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Tomar sol ajuda proteger os neurônios
Pouca vitamina D no organismo pode comprometer a função cognitiva
Dermatologistas costumam alertar: para expor a pele aos raios solares é preciso aplicar protetor, o que evita câncer e envelhecimento precoce. Mas fugir do sol também traz consequências graves para o cérebro. Pesquisadores descobriram que a ausência de vitamina D no organismo pode comprometer funções cognitivas. Embora seja mais conhecida por promover saúde dos ossos e regular os níveis de cálcio, a vitamina desativa enzimas cerebrais que participam da síntese de neurotransmissores e do crescimento neuronal. Com essas descobertas, pesquisadores esperam que no futuro a vitamina ajude no tratamento de pacientes com Alzheimer.
“Sabemos que há receptores de vitamina D espalhados por todo o sistema nervoso central e hipocampo. Além disso, ela ativa e desativa as enzimas no cérebro e no fluido cerebrospinal envolvidas na síntese de neurotransmissores e no crescimento dos nervos”, explicou o pesquisador Robert J. Przybelski, da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin. Os estudos em animais e em laboratório sugerem que a substância pode proteger os neurônios e reduzir a inflamação.
Dois novos experimentos revelam mais novidades sobre o assunto. O primeiro, conduzido pelo neurocientista David Llewellyn, da Universidade de Cambridge, avaliou o índice da presença da vitamina em mais de 1.700 ingleses com mais de 65 anos. Os voluntários foram divididos em quatro grupos de acordo com os índices da substância encontrados no sangue: profundamente deficiente, deficiente, insuficiente e excelente; em seguida, foram testados quanto à função cognitiva. Os cientistas descobriram que, quanto mais baixos os níveis, maior o impacto negativo no desempenho na bateria de testes mentais. Se comparados a pessoas do grupo excelente, os que apresentavam valores mais baixos corriam mais risco de ter alguma deficiência mental.
O segundo estudo, conduzido por cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, concentrou-se nos níveis de vitamina D e no desempenho cognitivo de mais de 3.100 voluntários entre 40 e 79 anos em oito países europeus. As informações mostram que os participantes com níveis mais baixos demoraram mais tempo para processar informações. Essa correlação foi particularmente expressiva entre os homens com mais de 60 anos.
“O fato de essa relação ter sido estabelecida em larga escala e em um estudo com seres humanos é muito importante, mas ainda há muito a ser estudado. Embora saibamos que o baixo grau da vitamina está associado ao comprometimento mental, não descobrimos se os altos reduziram a perda cognitiva”, salienta Przybelski.
Pelo fato de o comprometimento cognitivo ser, em geral, precursor da demência e do Alzheimer, a vitamina D é tema em constante discussão entre os cientistas que tentam responder a essas questões. Przybelski, por exemplo, planeja um estudo sobre isso para verificar se afetará a incidência de Alzheimer em longo prazo. Então, quanto de vitamina D é suficiente? Alguns especialistas dizem que de 15 a 30 minutos de exposição ao sol, de duas a três vezes por semana, seria o ideal para adultos saudáveis. É importante lembrar que fatores como a cor da pele, o local de residência e a área exposta ao sol afetarão o volume de vitamina D produzido por cada um.
FONTE: Revista Mente&Cerebro
Dermatologistas costumam alertar: para expor a pele aos raios solares é preciso aplicar protetor, o que evita câncer e envelhecimento precoce. Mas fugir do sol também traz consequências graves para o cérebro. Pesquisadores descobriram que a ausência de vitamina D no organismo pode comprometer funções cognitivas. Embora seja mais conhecida por promover saúde dos ossos e regular os níveis de cálcio, a vitamina desativa enzimas cerebrais que participam da síntese de neurotransmissores e do crescimento neuronal. Com essas descobertas, pesquisadores esperam que no futuro a vitamina ajude no tratamento de pacientes com Alzheimer.
“Sabemos que há receptores de vitamina D espalhados por todo o sistema nervoso central e hipocampo. Além disso, ela ativa e desativa as enzimas no cérebro e no fluido cerebrospinal envolvidas na síntese de neurotransmissores e no crescimento dos nervos”, explicou o pesquisador Robert J. Przybelski, da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin. Os estudos em animais e em laboratório sugerem que a substância pode proteger os neurônios e reduzir a inflamação.
Dois novos experimentos revelam mais novidades sobre o assunto. O primeiro, conduzido pelo neurocientista David Llewellyn, da Universidade de Cambridge, avaliou o índice da presença da vitamina em mais de 1.700 ingleses com mais de 65 anos. Os voluntários foram divididos em quatro grupos de acordo com os índices da substância encontrados no sangue: profundamente deficiente, deficiente, insuficiente e excelente; em seguida, foram testados quanto à função cognitiva. Os cientistas descobriram que, quanto mais baixos os níveis, maior o impacto negativo no desempenho na bateria de testes mentais. Se comparados a pessoas do grupo excelente, os que apresentavam valores mais baixos corriam mais risco de ter alguma deficiência mental.
O segundo estudo, conduzido por cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, concentrou-se nos níveis de vitamina D e no desempenho cognitivo de mais de 3.100 voluntários entre 40 e 79 anos em oito países europeus. As informações mostram que os participantes com níveis mais baixos demoraram mais tempo para processar informações. Essa correlação foi particularmente expressiva entre os homens com mais de 60 anos.
“O fato de essa relação ter sido estabelecida em larga escala e em um estudo com seres humanos é muito importante, mas ainda há muito a ser estudado. Embora saibamos que o baixo grau da vitamina está associado ao comprometimento mental, não descobrimos se os altos reduziram a perda cognitiva”, salienta Przybelski.
Pelo fato de o comprometimento cognitivo ser, em geral, precursor da demência e do Alzheimer, a vitamina D é tema em constante discussão entre os cientistas que tentam responder a essas questões. Przybelski, por exemplo, planeja um estudo sobre isso para verificar se afetará a incidência de Alzheimer em longo prazo. Então, quanto de vitamina D é suficiente? Alguns especialistas dizem que de 15 a 30 minutos de exposição ao sol, de duas a três vezes por semana, seria o ideal para adultos saudáveis. É importante lembrar que fatores como a cor da pele, o local de residência e a área exposta ao sol afetarão o volume de vitamina D produzido por cada um.
FONTE: Revista Mente&Cerebro
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
ANS estabelece prazos máximos de atendimento a clientes de planos de saúde
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu prazos máximos de atendimento aos clientes de planos de saúde. Os prazos, a serem cumpridos pelas operadoras de planos de saúde, variam de três a 21 dias, dependendo da especialidade.
As operadoras terão, por exemplo, sete dias para providenciar atendimento odontológico e básico (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia, cardiologia, ortopedia e traumatologia). No caso de consultas a fonoaudiólogo, nutricionista e psicólogo, sessões de fisioterapia e terapia ocupacional e exames de diagnóstico por imagem, o serviço deverá ser prestado em até dez dias.
Para procedimentos de alta complexidade e internações eletivas (que não são de emergência), o tempo máximo é de 21 dias. Os prazos serão oficializados em uma instrução normativa da ANS, que deve ser publicada na próxima semana.
De acordo com ANS, se a operadora desrespeitar os prazos, correrá o risco de ter o registro suspenso. As empresas poderão apresentar à agência um plano alternativo, caso aleguem falta de condições para cumprir os prazos de atendimento.
A ANS tomou a medida depois de pesquisar os prazos adotados e considerados razoáveis pela maioria dos planos. Segundo o estudo, nas consultas básicas, 9,6% das operadoras consideram razoável o serviço ser prestado no prazo superior a 16 dias. Nas consultas de outras especialidades, 24,8% realizam e 25,3% entendem como razoável espera de 8 a 15 dias pelo atendimento.
Em relação às cirurgias eletivas com implante, 48,9% adotam prazo de até 30 dias e 52% consideram o tempo razoável. Foram ouvidas 840 operadoras, o equivalente a 72,3% do setor, com 42 milhões de usuários, correspondendo a 89% do total.
Fonte: Agência Brasil
As operadoras terão, por exemplo, sete dias para providenciar atendimento odontológico e básico (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia, cardiologia, ortopedia e traumatologia). No caso de consultas a fonoaudiólogo, nutricionista e psicólogo, sessões de fisioterapia e terapia ocupacional e exames de diagnóstico por imagem, o serviço deverá ser prestado em até dez dias.
Para procedimentos de alta complexidade e internações eletivas (que não são de emergência), o tempo máximo é de 21 dias. Os prazos serão oficializados em uma instrução normativa da ANS, que deve ser publicada na próxima semana.
De acordo com ANS, se a operadora desrespeitar os prazos, correrá o risco de ter o registro suspenso. As empresas poderão apresentar à agência um plano alternativo, caso aleguem falta de condições para cumprir os prazos de atendimento.
A ANS tomou a medida depois de pesquisar os prazos adotados e considerados razoáveis pela maioria dos planos. Segundo o estudo, nas consultas básicas, 9,6% das operadoras consideram razoável o serviço ser prestado no prazo superior a 16 dias. Nas consultas de outras especialidades, 24,8% realizam e 25,3% entendem como razoável espera de 8 a 15 dias pelo atendimento.
Em relação às cirurgias eletivas com implante, 48,9% adotam prazo de até 30 dias e 52% consideram o tempo razoável. Foram ouvidas 840 operadoras, o equivalente a 72,3% do setor, com 42 milhões de usuários, correspondendo a 89% do total.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
BOTOX e a ENXAQUECA
Botox é aprovado como tratamento preventivo para enxaqueca crônica
O uso da toxina foi aprovado pela agência reguladora de medicamentos do Reino Unido e restringe-se a pacientes crônicos.
Especialista realiza aplicação de botox em paciente em consultório
O Botox foi aprovado pela Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency como tratamento preventivo da enxaqueca crônica. Mas apenas as pessoas que sentem dores, pelo menos, 15 dias por mês poderão desfrutar do novo tratamento.
Estudos comprovaram que mais de 1.300 pacientes apresentaram redução na frequência de dores de cabeça a partir da utilização da toxina botulínica. Em ensaios clínicos, os pacientes receberam até cinco doses de injeções de Botox na cabeça e em músculos do pescoço, a cada 12 semanas.
Após 24 semanas, os pacientes tratados com a toxina relataram ter sentido dores por períodos menores, quando comparados àqueles que receberam injeção de placebo. Em um ano, quase 70% dos pacientes tratados com Botox apresentaram uma redução de 50% na intensidade da enxaqueca.
Segundo Wendy Thomas, diretor executivo do The Migraine Trust, a "enxaqueca crônica é, atualmente, sub-pesquisada, sub-diagnosticada e as condições sub-tratadas. Sabemos que o tratamento com medicação para dor aguda nem sempre funciona para estes pacientes" .
Estima-se que 700 mil pessoas no Reino Unido sofrem de enxaqueca crônica. As injeções de toxina botulínica, mais comumente associada à suavização de rugas e no relaxamento muscular, podem bloquear os sinais de dor.
Segundo informações divulgadas pelo portal Dentistry, os pacientes que sofrem de enxaqueca devem procurar um neurologista para assegurar um diagnóstico correto e o tratamento apropriado. Os resultados do estudo foram publicados pela revista Headache.
fonte: isaude.net
O uso da toxina foi aprovado pela agência reguladora de medicamentos do Reino Unido e restringe-se a pacientes crônicos.
Especialista realiza aplicação de botox em paciente em consultório
O Botox foi aprovado pela Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency como tratamento preventivo da enxaqueca crônica. Mas apenas as pessoas que sentem dores, pelo menos, 15 dias por mês poderão desfrutar do novo tratamento.
Estudos comprovaram que mais de 1.300 pacientes apresentaram redução na frequência de dores de cabeça a partir da utilização da toxina botulínica. Em ensaios clínicos, os pacientes receberam até cinco doses de injeções de Botox na cabeça e em músculos do pescoço, a cada 12 semanas.
Após 24 semanas, os pacientes tratados com a toxina relataram ter sentido dores por períodos menores, quando comparados àqueles que receberam injeção de placebo. Em um ano, quase 70% dos pacientes tratados com Botox apresentaram uma redução de 50% na intensidade da enxaqueca.
Segundo Wendy Thomas, diretor executivo do The Migraine Trust, a "enxaqueca crônica é, atualmente, sub-pesquisada, sub-diagnosticada e as condições sub-tratadas. Sabemos que o tratamento com medicação para dor aguda nem sempre funciona para estes pacientes" .
Estima-se que 700 mil pessoas no Reino Unido sofrem de enxaqueca crônica. As injeções de toxina botulínica, mais comumente associada à suavização de rugas e no relaxamento muscular, podem bloquear os sinais de dor.
Segundo informações divulgadas pelo portal Dentistry, os pacientes que sofrem de enxaqueca devem procurar um neurologista para assegurar um diagnóstico correto e o tratamento apropriado. Os resultados do estudo foram publicados pela revista Headache.
fonte: isaude.net
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
EM COMBATE AO MAU EXERCICIO DA CIRURGIA PLASTICA
Texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plastica (www.cirurgiaplastica.org.br)
Em atenção aos múltiplos questionamentos e queixas, recebidas por esta Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em face da “Pós Graduação Latu Senso” (incluindo dentre estes os chamados “cursos de final de semana”), em áreas de especialidades médicas não reconhecidas, a SBCP passa ao conhecimento de V.Sas. o que segue:
•“Medicina Estética” não é especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e/ou Associação Médica Brasileira (AMB);
•Cursos de “Estética” não são reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina;
•Cursos de “Cirurgia Plástica Estética” não tem fins legais, conforme disposto na consulta realizada pela SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA (SBCP) junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM) - carta CFM nº 4784/2007;
•Títulos oriundos de tais eventos não deferem aos portadores registrarem-se como especialistas perante os Conselhos Regionais de Medicina, ou se anunciarem como tal, quer por meio de cartazes, folders, internet ou em meios de comunicação. Anunciar-se como esteticista, cosmiatra ou “especialista” em medicina estética, caracteriza infração ao Código de Ética Médica, e muito além da ilicitude é induzir a população leiga à confundir-se com CIRURGIÕES PLÁSTICOS;
•A Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia Plástica Estética, não é instituição reconhecida pela Associação Médica Brasileira ou Conselho Federal de Medicina;
•O entendimento da SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, sobre “cursos de especialização (ou similares) em cirurgia plástica estética e/ou medicina estética” é o fiel cumprimento da Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1634/2002;
•CIRURGIA PLÁSTICA é única e indivisível, conforme disposto na Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1621/2001;
•Compete ao Conselho Federal de Medicina e Conselhos Regionais de Medicina, a fiscalização e correção do exercício da Medicina dentro dos postulados Éticos e Legais vigentes no país.
Em que pesem os postulados Éticos e Legais acima descritos, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, por meio de seu Departamento de Defesa Profissional (DEPRO), tem adotado as medidas legais cabíveis, quais sejam formalização de denúncias junto ao Conselho Federal de Medicina e Conselho Regional de Medicina, em face de cursos de “Pós Graduação Latu Senso”, bem como seus organizadores. Outrossim, tem formalizado denúncias concomitantemente à Comissão Mista de Especialidades (Conselho Federal de Medicina; Associação Médica Brasileira; e Comissão Nacional de Residência Médica). Vale frisar que o DEPRO juntamente com a Assessoria Jurídica da SBCP tem trabalhado nos últimos anos junto ao Ministério Público (nos Estados e em nível federal), uma ação conjunta no sentido de coibir a realização dos chamados “cursos de final de semana”, trabalho este, que tem surtido efeito, haja vista a diminuição de anúncios e propagandas dos mesmos entre 2009 e 2010.
Um dos obstáculos que tem sido enfrentados na discussão desse tema é de que a grande maioria destes cursos é oferecida por universidades autorizadas pelo Ministério da Educação - MEC que, por conseguinte, referenda a realização dos mesmos. Como a competência para fiscalização do ensino do País é atribuição exclusiva do MEC, a SBCP tem insistido para que o próprio MEC acate as denúncias feitas e juntamente com o CFM e os Conselhos Regionais tome providências a respeito do assunto.
Nesse sentido vale informar que, este DEPRO, juntamente com o Exmos. Srs. Presidentes, da SBCP, à época, Dr. José Y. Tariki; e da AMB Dr. José Luiz Amaral, esteve em audiência no Ministério da Educação (MEC), em 15 de julho de 2009, a fim de protocolar denúncia formal e o requerimento de rito sumário no trato desta matéria (cursos de pós-graduação Latu Senso em Medicina), que há tempos ferem o exercício ético da Medicina, bem como a formação médica.
É certo que, competem aquelas Egrégias Câmaras (CFM e MEC), e somente elas, a fiscalização e correção de desvios. Também é certo que a SBCP continuará trabalhando intensamente para que essa fiscalização seja eficaz e buscará resultados em prol daquilo que todos nós acreditamos, que é a busca de uma qualidade de ensino digna em nossa área de atuação e o fim dos oportunistas e despreparados.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) convocou, preliminarmente para o dia 10/setembro/2010, reunião em Sessão Plenária Temática sobre os ditos “cursos de pós graduação em áreas médicas não reconhecidas”. A SBCP foi convocada a participar juntamente com a AMB, CFM, Ministério da Educação, e Ministério Público.
Além disso, é importante frisar que o DEPRO e a Assessoria Jurídica da SBCP tem se empenhado no sentido de municiar o Poder Judiciário a respeito da manutenção das recentes decisões proferidas em favor da Cirurgia Plástica, proferidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que declararam não ser a medicina estética uma especialidade médica. Estas decisões são uma vitória da cirurgia plástica brasileira e uma diretriz importante a respeito da discussão do tema perante os órgãos de medicina e ensino no Brasil.
Por fim, é preciso informar que o DEPRO e a Assessoria Jurídica da SBCP têm buscado dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado durante as últimas gestões da SBCP e intensificará a pedido da atual Diretoria Executiva o debate do tema junto ao MEC, CFM e AMB no sentido de impedir a realização dos cursos de pos graduação latu sensu que não estejam dentro dos padrões de ensino e qualidade fundamentais e necessários para o ensino da cirurgia plástica no Brasil.
Sendo o que nos cumpre para o momento, a SBCP permanece atenta aos desvios que possam macular a imagem da Cirurgia Plástica brasileira, buscando sempre a segurança da população e o exercício pleno e ético da especialidade.
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Departamento de Defesa Profissional – SBCP
Assessoria Jurídica - SBCP
Em atenção aos múltiplos questionamentos e queixas, recebidas por esta Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em face da “Pós Graduação Latu Senso” (incluindo dentre estes os chamados “cursos de final de semana”), em áreas de especialidades médicas não reconhecidas, a SBCP passa ao conhecimento de V.Sas. o que segue:
•“Medicina Estética” não é especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e/ou Associação Médica Brasileira (AMB);
•Cursos de “Estética” não são reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina;
•Cursos de “Cirurgia Plástica Estética” não tem fins legais, conforme disposto na consulta realizada pela SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA (SBCP) junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM) - carta CFM nº 4784/2007;
•Títulos oriundos de tais eventos não deferem aos portadores registrarem-se como especialistas perante os Conselhos Regionais de Medicina, ou se anunciarem como tal, quer por meio de cartazes, folders, internet ou em meios de comunicação. Anunciar-se como esteticista, cosmiatra ou “especialista” em medicina estética, caracteriza infração ao Código de Ética Médica, e muito além da ilicitude é induzir a população leiga à confundir-se com CIRURGIÕES PLÁSTICOS;
•A Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia Plástica Estética, não é instituição reconhecida pela Associação Médica Brasileira ou Conselho Federal de Medicina;
•O entendimento da SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, sobre “cursos de especialização (ou similares) em cirurgia plástica estética e/ou medicina estética” é o fiel cumprimento da Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1634/2002;
•CIRURGIA PLÁSTICA é única e indivisível, conforme disposto na Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1621/2001;
•Compete ao Conselho Federal de Medicina e Conselhos Regionais de Medicina, a fiscalização e correção do exercício da Medicina dentro dos postulados Éticos e Legais vigentes no país.
Em que pesem os postulados Éticos e Legais acima descritos, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, por meio de seu Departamento de Defesa Profissional (DEPRO), tem adotado as medidas legais cabíveis, quais sejam formalização de denúncias junto ao Conselho Federal de Medicina e Conselho Regional de Medicina, em face de cursos de “Pós Graduação Latu Senso”, bem como seus organizadores. Outrossim, tem formalizado denúncias concomitantemente à Comissão Mista de Especialidades (Conselho Federal de Medicina; Associação Médica Brasileira; e Comissão Nacional de Residência Médica). Vale frisar que o DEPRO juntamente com a Assessoria Jurídica da SBCP tem trabalhado nos últimos anos junto ao Ministério Público (nos Estados e em nível federal), uma ação conjunta no sentido de coibir a realização dos chamados “cursos de final de semana”, trabalho este, que tem surtido efeito, haja vista a diminuição de anúncios e propagandas dos mesmos entre 2009 e 2010.
Um dos obstáculos que tem sido enfrentados na discussão desse tema é de que a grande maioria destes cursos é oferecida por universidades autorizadas pelo Ministério da Educação - MEC que, por conseguinte, referenda a realização dos mesmos. Como a competência para fiscalização do ensino do País é atribuição exclusiva do MEC, a SBCP tem insistido para que o próprio MEC acate as denúncias feitas e juntamente com o CFM e os Conselhos Regionais tome providências a respeito do assunto.
Nesse sentido vale informar que, este DEPRO, juntamente com o Exmos. Srs. Presidentes, da SBCP, à época, Dr. José Y. Tariki; e da AMB Dr. José Luiz Amaral, esteve em audiência no Ministério da Educação (MEC), em 15 de julho de 2009, a fim de protocolar denúncia formal e o requerimento de rito sumário no trato desta matéria (cursos de pós-graduação Latu Senso em Medicina), que há tempos ferem o exercício ético da Medicina, bem como a formação médica.
É certo que, competem aquelas Egrégias Câmaras (CFM e MEC), e somente elas, a fiscalização e correção de desvios. Também é certo que a SBCP continuará trabalhando intensamente para que essa fiscalização seja eficaz e buscará resultados em prol daquilo que todos nós acreditamos, que é a busca de uma qualidade de ensino digna em nossa área de atuação e o fim dos oportunistas e despreparados.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) convocou, preliminarmente para o dia 10/setembro/2010, reunião em Sessão Plenária Temática sobre os ditos “cursos de pós graduação em áreas médicas não reconhecidas”. A SBCP foi convocada a participar juntamente com a AMB, CFM, Ministério da Educação, e Ministério Público.
Além disso, é importante frisar que o DEPRO e a Assessoria Jurídica da SBCP tem se empenhado no sentido de municiar o Poder Judiciário a respeito da manutenção das recentes decisões proferidas em favor da Cirurgia Plástica, proferidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que declararam não ser a medicina estética uma especialidade médica. Estas decisões são uma vitória da cirurgia plástica brasileira e uma diretriz importante a respeito da discussão do tema perante os órgãos de medicina e ensino no Brasil.
Por fim, é preciso informar que o DEPRO e a Assessoria Jurídica da SBCP têm buscado dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado durante as últimas gestões da SBCP e intensificará a pedido da atual Diretoria Executiva o debate do tema junto ao MEC, CFM e AMB no sentido de impedir a realização dos cursos de pos graduação latu sensu que não estejam dentro dos padrões de ensino e qualidade fundamentais e necessários para o ensino da cirurgia plástica no Brasil.
Sendo o que nos cumpre para o momento, a SBCP permanece atenta aos desvios que possam macular a imagem da Cirurgia Plástica brasileira, buscando sempre a segurança da população e o exercício pleno e ético da especialidade.
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Departamento de Defesa Profissional – SBCP
Assessoria Jurídica - SBCP
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Tatuagens e hepatite C
Estudo associa maior número de tatuagens a risco elevado de hepatite C
Notícias
Pessoas que não se cansam de marcar seu corpo com tatuagens parecem ter maior risco de ter hepatite C e outras doenças no sangue, segundo recente estudo da Universidade de British Columbia, no Canadá. Avaliando 124 estudos em 30 países, incluindo o Brasil e os Estados Unidos, os especialistas notaram que a ocorrência de hepatite C é diretamente associada ao número de tatuagens de uma pessoa.
O médico Siavash Jafari, líder do estudo, alerta que, “considerando que os instrumentos das tatuagens entram em contato com o sangue e com os fluidos sanguíneos, infecções podem ser transmitidas se esses instrumentos forem usados em mais de uma pessoa sem serem esterilizados ou sem as técnicas de higiene adequadas”. Ele acrescenta que, muitas vezes, as tintas não são armazenadas em recipientes esterilizados, além de algumas conterem componentes tóxicos, incluindo até tinta de parede e de impressora.
Publicados na edição deste mês do International Journal of Infectious Diseases, os resultados indicaram também que os tatuados enfrentam outros problemas, incluindo o risco de reações alérgicas, HIV, hepatite B, infecções bacterianas ou com fungos, além de outros problemas na hora de fazer a remoção de uma tatuagem indesejada.
Baseados nos resultados, os especialistas defendem a adoção de diretrizes mais rígidas para os tatuadores e clientes e o reforço a essas orientações através de inspeções e registros de eventos adversos. Eles também recomendam programas de prevenção com foco nos jovens e presidiários. “Os clientes e o público em geral devem ser educados sobre os riscos associados às tatuagens, e os tatuadores precisam discutir os riscos com os clientes”.
Fonte: University of British Columbia. Press release. 06 de agosto de 2010.
Notícias
Pessoas que não se cansam de marcar seu corpo com tatuagens parecem ter maior risco de ter hepatite C e outras doenças no sangue, segundo recente estudo da Universidade de British Columbia, no Canadá. Avaliando 124 estudos em 30 países, incluindo o Brasil e os Estados Unidos, os especialistas notaram que a ocorrência de hepatite C é diretamente associada ao número de tatuagens de uma pessoa.
O médico Siavash Jafari, líder do estudo, alerta que, “considerando que os instrumentos das tatuagens entram em contato com o sangue e com os fluidos sanguíneos, infecções podem ser transmitidas se esses instrumentos forem usados em mais de uma pessoa sem serem esterilizados ou sem as técnicas de higiene adequadas”. Ele acrescenta que, muitas vezes, as tintas não são armazenadas em recipientes esterilizados, além de algumas conterem componentes tóxicos, incluindo até tinta de parede e de impressora.
Publicados na edição deste mês do International Journal of Infectious Diseases, os resultados indicaram também que os tatuados enfrentam outros problemas, incluindo o risco de reações alérgicas, HIV, hepatite B, infecções bacterianas ou com fungos, além de outros problemas na hora de fazer a remoção de uma tatuagem indesejada.
Baseados nos resultados, os especialistas defendem a adoção de diretrizes mais rígidas para os tatuadores e clientes e o reforço a essas orientações através de inspeções e registros de eventos adversos. Eles também recomendam programas de prevenção com foco nos jovens e presidiários. “Os clientes e o público em geral devem ser educados sobre os riscos associados às tatuagens, e os tatuadores precisam discutir os riscos com os clientes”.
Fonte: University of British Columbia. Press release. 06 de agosto de 2010.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
No DF, cirurgias plásticas de grande porte somente em hospitais.
Cirurgias plásticas de grande porte no Distrito Federal só poderão ser feitas em hospitais
Plantão | Publicada em 16/07/2010 às 20h31m
DFTV, O Globo
BRASÍLIA - Médicos, Vigilância Sanitária e Ministério Público decidiram, em reunião no Conselho Federal de Medicina, nesta sexta-feira, que as cirurgias plásticas de grande porte agora só poderão ser feitas nos hospitais. Quando o paciente for submetido a mais de dois procedimentos ao mesmo tempo, também terá de procurar um hospital. A decisão foi tomada após a morte, na semana passada, de Marinalda Ribeiro, de 46 anos, que teve uma parada cardíaca durante uma lipoaspiração. A polícia ainda investiga o que causou a morte dela.
O termo de compromisso assinado nesta sexta-feira restringe as cirurgias plásticas que podem ser feitas nas clínicas e passa a exigir que elas tenham um hospital de referência em um raio máximo de 10 km. Além disso, que disponham de um serviço de ambulância capaz de atender a emergências em até 20 minutos.
Fonte: O GLOBO
Leia reportagem na integra:
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/07/16/cirurgias-plasticas-de-grande-porte-no-distrito-federal-so-poderao-ser-feitas-em-hospitais-917171703.asp
Plantão | Publicada em 16/07/2010 às 20h31m
DFTV, O Globo
BRASÍLIA - Médicos, Vigilância Sanitária e Ministério Público decidiram, em reunião no Conselho Federal de Medicina, nesta sexta-feira, que as cirurgias plásticas de grande porte agora só poderão ser feitas nos hospitais. Quando o paciente for submetido a mais de dois procedimentos ao mesmo tempo, também terá de procurar um hospital. A decisão foi tomada após a morte, na semana passada, de Marinalda Ribeiro, de 46 anos, que teve uma parada cardíaca durante uma lipoaspiração. A polícia ainda investiga o que causou a morte dela.
O termo de compromisso assinado nesta sexta-feira restringe as cirurgias plásticas que podem ser feitas nas clínicas e passa a exigir que elas tenham um hospital de referência em um raio máximo de 10 km. Além disso, que disponham de um serviço de ambulância capaz de atender a emergências em até 20 minutos.
Fonte: O GLOBO
Leia reportagem na integra:
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/07/16/cirurgias-plasticas-de-grande-porte-no-distrito-federal-so-poderao-ser-feitas-em-hospitais-917171703.asp
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
LIPOASPIRAÇÃO - CAPA DA VEJA AGO/10
Creio que todos deveriam ler esta reportagem da veja sobre lipoaspiração. Exceto por afirmarem da necessidade de UTI, concordo com tudo. Sobre a UTI, seria utopia acreditar que num país como o nosso, todas as cirurgias fossem realizadas em ambiente com UTI de reserva. Se fosse assim, quando voce vai realizar um parto (normal ou cesarea), cirurgia de joelho, hernia inguinal e qualquer outra seria necessario ter UTI. Esta é uma realidade distante da nossa atual. O mais importante, ao meu ver, é o treinamento da equipe que vai trata-lo. Desde a equipe de enfermagem, cirurgião plástico e anestesista. A prevenção de problemas salva MUITO mais que qualquer UTI.
Pensem nisso. Divulguem esta reportagem aos seus amigos. Ela pode salvar alguem.
http://migre.me/14t03
(link para revista veja, capa de agosto de 2010: lipoaspiração segura)
Pensem nisso. Divulguem esta reportagem aos seus amigos. Ela pode salvar alguem.
http://migre.me/14t03
(link para revista veja, capa de agosto de 2010: lipoaspiração segura)
terça-feira, 3 de agosto de 2010
MANIFESTO MÉDICO EM PROL DA SAÚDE BRASILEIRA
Médicos publicam Manifesto à Nação onde exigem melhora da saúde brasileira
Os médicos do todo o país cobram respostas dos gestores para problemas estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS) e clamam por urgentes investimentos públicos em todos os níveis de assistência (atenção básica, média e alta complexidade) e prevenção no SUS. Este e outras manifestações foram publicadas em Manifesto dos Médicos à Nação, divulgado nesta segunda-feira (2).
O documento traz propostas de soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina, contribuindo para a redução de desigualdades, a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população. O texto será encaminhado aos representantes dos Três Poderes e aos principais candidatos à Presidência da República.
A luta pela regulamentação da Emenda Constitucional 29 continua sendo uma das prioridades para o movimento médico em nível nacional. A proposta é importante por determinar parâmetros adequados ao financiamento do SUS.
Como parte de uma política de interiorização do profissional, uma das propostas defendidas é a criação da carreira de Estado do médico. Para as entidades, a carreira seria a garantia para melhorar o acesso da população aos atendimentos médicos, especialmente no interior e em zonas urbanas de difícil provimento.
Outra preocupação das entidades é quanto ao futuro e a qualidade do exercício da Medicina. É preciso aprofundar as medidas para coibir a abertura indiscriminada de novos cursos, sem condições de funcionamento, colocando a saúde da população em risco.
O Manifesto é uma síntese dos debates do XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), realizado entre 28 e 30 de julho, em Brasília (DF), onde participaram 700 lideranças das entidades médicas – Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (FENAM).
MANIFESTO DOS MÉDICOS À NAÇÃO
Nós, médicos, representados no XII Encontro Nacional de Entidades Médicas (ENEM), de 28 a 30 de julho de 2010, em Brasília, reiteramos nosso compromisso ético com a população brasileira. Neste ano, no qual o futuro do país será decidido pelo voto, apresentamos à nação e aos candidatos às próximas eleições nossa pauta de reivindicações, que necessita ser cumprida urgentemente, para não agravar ainda mais a situação que já atinge setores importantes da assistência em saúde. Esperamos respostas e soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina, contribuindo assim, para a redução de desigualdades, para a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população, para que este seja realmente um país de todos.
1. É imperioso garantir a aprovação imediata da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que vincula recursos nas três esferas de gestão e define o que são gastos em saúde. Esse adiamento causa danos ao Sistema Único de Saúde (SUS) e compromete sua sobrevivência.
2. O Governo Federal deve assegurar que os avanços anunciados pela área econômica tenham repercussão direta no reforço das políticas sociais, particularmente na área da saúde, que sofre com a falta crônica de recursos, gestão não profissionalizada e precarização dos recursos humanos.
3. São urgentes os investimentos públicos em todos os níveis de assistência (atenção básica, média e alta complexidade) e prevenção no SUS. O país precisa acabar com as filas de espera por consultas, exames e cirurgias, com o sucateamento dos hospitais e o estrangulamento das urgências e emergências, além de redirecionar a formação médica de acordo com as necessidades brasileiras.
4. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) precisa assumir seu papel legítimo de espaço de regulação entre empresas, profissionais e a população para evitar distorções que penalizam, sobretudo, o paciente. A defasagem nos honorários, as restrições de atendimento, os descredenciamentos unilaterais, os “pacotes” com valores prefixados e a baixa remuneração trazem insegurança e desqualificam o atendimento.
5. O papel do médico dentro do SUS deve ser repensado a partir do estabelecimento de políticas de recursos humanos que garantam condições de trabalho, educação continuada e remuneração adequada.
6. A proposta de criação da Carreira de Estado do Médico deve ser implementada, como parte de uma necessária política pública de saúde, para melhorar o acesso da população aos atendimentos médicos, especialmente no interior e em zonas urbanas de difícil provimento. No Brasil, não há falta de médicos, mas concentração de profissionais pela ausência de políticas – como esta – que estimulem a fixação nos vazios assistenciais, garantindo a equidade no cuidado de Norte a Sul.
7. A qualificação da assistência pelo resgate da valorização dos médicos deve permear outras ações da gestão nas esferas pública e privada. Tal cuidado visa eliminar distorções, como contratos precários, inexistência de vínculos, sobrecarga de trabalho e ausência de estrutura mínima para oferecer o atendimento ao qual o cidadão merece e tem direito.
8. Atentos ao futuro e à qualidade do exercício da Medicina, exigimos aprofundar as medidas para coibir a abertura indiscriminada de novos cursos, sem condições de funcionamento, que colocam a saúde da população em risco. De forma complementar, é preciso assegurar que a revalidação de diplomas obtidos no exterior seja idônea e sem favorecimentos, assim como oferecer a todos os egressos de escolas brasileiras vagas em Residência Médica, qualificadas pela Comissão Nacional de Residência Medica (CNMR), entidades médicas e sociedades de especialidade.
9. Num país de extensões continentais, torna-se imperativo trabalhar pela elaboração de políticas e programas de saúde que contemplem as diversidades regionais, sociais, étnicas e de gênero, entre outras, garantindo a todos os brasileiros acesso universal, integral e equânime à assistência, embasados na eficiência e na eficácia dos serviços oferecidos, convergindo em definições claras de políticas de Estado para a saúde.
Preocupados com o contexto da Saúde no Brasil e com o descumprimento de suas diretrizes e princípios constitucionais, nós, médicos, alertamos aos governos sobre seus compromissos com a saúde do povo brasileiro.
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
FEDERACÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
Os médicos do todo o país cobram respostas dos gestores para problemas estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS) e clamam por urgentes investimentos públicos em todos os níveis de assistência (atenção básica, média e alta complexidade) e prevenção no SUS. Este e outras manifestações foram publicadas em Manifesto dos Médicos à Nação, divulgado nesta segunda-feira (2).
O documento traz propostas de soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina, contribuindo para a redução de desigualdades, a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população. O texto será encaminhado aos representantes dos Três Poderes e aos principais candidatos à Presidência da República.
A luta pela regulamentação da Emenda Constitucional 29 continua sendo uma das prioridades para o movimento médico em nível nacional. A proposta é importante por determinar parâmetros adequados ao financiamento do SUS.
Como parte de uma política de interiorização do profissional, uma das propostas defendidas é a criação da carreira de Estado do médico. Para as entidades, a carreira seria a garantia para melhorar o acesso da população aos atendimentos médicos, especialmente no interior e em zonas urbanas de difícil provimento.
Outra preocupação das entidades é quanto ao futuro e a qualidade do exercício da Medicina. É preciso aprofundar as medidas para coibir a abertura indiscriminada de novos cursos, sem condições de funcionamento, colocando a saúde da população em risco.
O Manifesto é uma síntese dos debates do XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), realizado entre 28 e 30 de julho, em Brasília (DF), onde participaram 700 lideranças das entidades médicas – Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (FENAM).
MANIFESTO DOS MÉDICOS À NAÇÃO
Nós, médicos, representados no XII Encontro Nacional de Entidades Médicas (ENEM), de 28 a 30 de julho de 2010, em Brasília, reiteramos nosso compromisso ético com a população brasileira. Neste ano, no qual o futuro do país será decidido pelo voto, apresentamos à nação e aos candidatos às próximas eleições nossa pauta de reivindicações, que necessita ser cumprida urgentemente, para não agravar ainda mais a situação que já atinge setores importantes da assistência em saúde. Esperamos respostas e soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina, contribuindo assim, para a redução de desigualdades, para a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população, para que este seja realmente um país de todos.
1. É imperioso garantir a aprovação imediata da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que vincula recursos nas três esferas de gestão e define o que são gastos em saúde. Esse adiamento causa danos ao Sistema Único de Saúde (SUS) e compromete sua sobrevivência.
2. O Governo Federal deve assegurar que os avanços anunciados pela área econômica tenham repercussão direta no reforço das políticas sociais, particularmente na área da saúde, que sofre com a falta crônica de recursos, gestão não profissionalizada e precarização dos recursos humanos.
3. São urgentes os investimentos públicos em todos os níveis de assistência (atenção básica, média e alta complexidade) e prevenção no SUS. O país precisa acabar com as filas de espera por consultas, exames e cirurgias, com o sucateamento dos hospitais e o estrangulamento das urgências e emergências, além de redirecionar a formação médica de acordo com as necessidades brasileiras.
4. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) precisa assumir seu papel legítimo de espaço de regulação entre empresas, profissionais e a população para evitar distorções que penalizam, sobretudo, o paciente. A defasagem nos honorários, as restrições de atendimento, os descredenciamentos unilaterais, os “pacotes” com valores prefixados e a baixa remuneração trazem insegurança e desqualificam o atendimento.
5. O papel do médico dentro do SUS deve ser repensado a partir do estabelecimento de políticas de recursos humanos que garantam condições de trabalho, educação continuada e remuneração adequada.
6. A proposta de criação da Carreira de Estado do Médico deve ser implementada, como parte de uma necessária política pública de saúde, para melhorar o acesso da população aos atendimentos médicos, especialmente no interior e em zonas urbanas de difícil provimento. No Brasil, não há falta de médicos, mas concentração de profissionais pela ausência de políticas – como esta – que estimulem a fixação nos vazios assistenciais, garantindo a equidade no cuidado de Norte a Sul.
7. A qualificação da assistência pelo resgate da valorização dos médicos deve permear outras ações da gestão nas esferas pública e privada. Tal cuidado visa eliminar distorções, como contratos precários, inexistência de vínculos, sobrecarga de trabalho e ausência de estrutura mínima para oferecer o atendimento ao qual o cidadão merece e tem direito.
8. Atentos ao futuro e à qualidade do exercício da Medicina, exigimos aprofundar as medidas para coibir a abertura indiscriminada de novos cursos, sem condições de funcionamento, que colocam a saúde da população em risco. De forma complementar, é preciso assegurar que a revalidação de diplomas obtidos no exterior seja idônea e sem favorecimentos, assim como oferecer a todos os egressos de escolas brasileiras vagas em Residência Médica, qualificadas pela Comissão Nacional de Residência Medica (CNMR), entidades médicas e sociedades de especialidade.
9. Num país de extensões continentais, torna-se imperativo trabalhar pela elaboração de políticas e programas de saúde que contemplem as diversidades regionais, sociais, étnicas e de gênero, entre outras, garantindo a todos os brasileiros acesso universal, integral e equânime à assistência, embasados na eficiência e na eficácia dos serviços oferecidos, convergindo em definições claras de políticas de Estado para a saúde.
Preocupados com o contexto da Saúde no Brasil e com o descumprimento de suas diretrizes e princípios constitucionais, nós, médicos, alertamos aos governos sobre seus compromissos com a saúde do povo brasileiro.
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
FEDERACÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
EM BREVE: PADRONIZAÇÃO DAS NORMAS DE SEGURANÇA EM CIRURGIA PLASTICA
JORNAL ZERO HORA – 15/04/2010 - GERAL
GUIA ORIENTARÁ CIRURGIAS PLÁSTICAS
DOCUMENTO, QUE DEVERÁ SER PUBLICADO ATÉ DEZEMBRO, TENTA AMPLIAR AS REGRAS DE SEGURANÇA NAS INTERVENÇÕES ESTÉTICAS NO PAÍS
As três mortes de pacientes no Brasil este ano aceleram a criação do Guia do Cirurgião Plástico, um documento em elaboração pela Sociedade Brasileira de Cirurgia plástica (SBCP) que chegará � s mãos dos médicos até dezembro.
A idéia da cartilha é padronizar normas de segurança, que deverão orientaros 4.779 integrantes da associação.
A promotora de eventos gaúcha Livia Ulguim Marcello, 29 anos, que morreu em 24 de Março quando era submetida a uma plástica, na Capital, é uma das três vítimas. Lívia passou mal em meio aos procedimentos de lipoaspiração e de colocação de silicone nos seios na Clínica Heller, no bairro Santa Tereza.
As três mortes levaram a sociedade a apressar a criação do guia, que já estava nos nossos planos . A Organização Mundial da Saúde e o Conselho Federal de Medicina, inclusive, defendem a existência de normas – diz Sebastião Nelson Edy Guerra, presidente da SBCP
Mesmo confeccionado pela SBCP, os médicos não serão obrigados a seguir as orientações contidas no documento. Mas, adverte Guerra, na hipótese de uma fatalidade, a entidade só irá apoiar aqueles profissionais que tiverem seguido as recomendações da cartilha.
Ela será utilizada para aumentar a segurança dos pacientes, complementa Guerra.
Entre normas em debate, estão o estabelecimento de limites para associação de diferentes intervenções em um só procedimento, a definição de um tempo máximo seguro para uma cirurgia, a exigência de exames pré-operatórios e o estabelecimento de idade mínima para as pacientes.
Fenômeno em expansão numa sociedade que cultura e beleza, as plásticas são realizadas aos milhares, todos os meses. Apenas no ano passado, 700 mil procedimentos foram contabilizados no país. A sociedade não dispõe de dados por Estado, mas sabe-se que o Rio Grande do Sul é o quarto no ranking nacional, perdendo apenas para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Tomadas todas as precauções contidas na cartilha, as chances de haver um episódio desagradável, que já são pequenas, tornam-se ainda menores, diz Pedro Martins, chefe de Cirurgia Plástica da Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e um dos diretores da SBCP.
GUIA ORIENTARÁ CIRURGIAS PLÁSTICAS
DOCUMENTO, QUE DEVERÁ SER PUBLICADO ATÉ DEZEMBRO, TENTA AMPLIAR AS REGRAS DE SEGURANÇA NAS INTERVENÇÕES ESTÉTICAS NO PAÍS
As três mortes de pacientes no Brasil este ano aceleram a criação do Guia do Cirurgião Plástico, um documento em elaboração pela Sociedade Brasileira de Cirurgia plástica (SBCP) que chegará � s mãos dos médicos até dezembro.
A idéia da cartilha é padronizar normas de segurança, que deverão orientaros 4.779 integrantes da associação.
A promotora de eventos gaúcha Livia Ulguim Marcello, 29 anos, que morreu em 24 de Março quando era submetida a uma plástica, na Capital, é uma das três vítimas. Lívia passou mal em meio aos procedimentos de lipoaspiração e de colocação de silicone nos seios na Clínica Heller, no bairro Santa Tereza.
As três mortes levaram a sociedade a apressar a criação do guia, que já estava nos nossos planos . A Organização Mundial da Saúde e o Conselho Federal de Medicina, inclusive, defendem a existência de normas – diz Sebastião Nelson Edy Guerra, presidente da SBCP
Mesmo confeccionado pela SBCP, os médicos não serão obrigados a seguir as orientações contidas no documento. Mas, adverte Guerra, na hipótese de uma fatalidade, a entidade só irá apoiar aqueles profissionais que tiverem seguido as recomendações da cartilha.
Ela será utilizada para aumentar a segurança dos pacientes, complementa Guerra.
Entre normas em debate, estão o estabelecimento de limites para associação de diferentes intervenções em um só procedimento, a definição de um tempo máximo seguro para uma cirurgia, a exigência de exames pré-operatórios e o estabelecimento de idade mínima para as pacientes.
Fenômeno em expansão numa sociedade que cultura e beleza, as plásticas são realizadas aos milhares, todos os meses. Apenas no ano passado, 700 mil procedimentos foram contabilizados no país. A sociedade não dispõe de dados por Estado, mas sabe-se que o Rio Grande do Sul é o quarto no ranking nacional, perdendo apenas para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Tomadas todas as precauções contidas na cartilha, as chances de haver um episódio desagradável, que já são pequenas, tornam-se ainda menores, diz Pedro Martins, chefe de Cirurgia Plástica da Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e um dos diretores da SBCP.
domingo, 1 de agosto de 2010
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, ALERTA:
A SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, ENTIDADE FILIADA À ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA, QUE REPRESENTA CERCA DE 4 MIL PROFISSIONAIS EM TODO BRASIL, VEM MANIFESTAR SUA PREOCUPAÇÃO E REPÚDIO COM AS DIFERENTES FORMAS DE DIVULGAÇÃO, ENVOLVENDO A DENOMINAÇÃO "CIRURGIA PLÁSTICA ", QUE ESTÃO SENDO REALIZADAS ATRAVÉS DE MECANISMOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA, INCLUINDO INTERNET, BALCÕES, QUIOSQUES E OUTROS MEIOS DIFUNDIDOS EM SHOPPINGS E SUPERMERCADOS.
A DIRETORIA NACIONAL DA SBCP TEM REPETIDAMENTE RECOMENDADO AOS CIRURGIÕES PLÁSTICOS, MEMBROS DESTA SOCIEDADE QUE NÃO PARTICIPEM DESTAS EMPRESAS, QUE APENAS VISAM AUFERIR LUCRO INTERMEDIANDO A PRESTAÇÃO DE SERVIÇÕS MÉDICOS.
CONSIDERAMOS ESTA ATITUDE EMPRESARIAL FUNESTA À ESPECIALIDADE E TAMBÉM DESMORALIZADORA À CLASSE MÉDICA.
JÁ ENCAMINHAMOS AO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO NOSSA POSIÇÃO CONTRÁRIA A ESTA PRÁTICA, COM OBJETIVOS EXCLUSIVAMENTE COMERCIAIS, CONTRÁRIOS AOS PRINCIPIOS DA ÉTICA MÉDICA, SOLICITANDO PROVIDÊNCIAS URGENTES, RECORRENDO INCLUSIVE AO MINISTÉRIO PÚBLICO.
À POPULAÇÃO EM GERAL E AOS NOSSOS PACIENTES EM PARTICULAR SOLICITAMOS QUE NÃO SE DEIXEM ENGANAR POR SUPOSTAS "FACILIDADES" OFERECIDAS POR ESSAS EMPRESAS.
*PROCURE SUE MÉDICO, ELE É A PESSOA MAIS INDICADA E CONFIÁVEL PARA AJUDÁ-LA (O) A SOLUCIONAR OS PROBLEMAS DE SAÚDE.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA
Demais Informações:
Raul Kury
Imprensa-SBCP
Tel-11-3044.0000
imprensa@cirurgiaplastica.org.br
A DIRETORIA NACIONAL DA SBCP TEM REPETIDAMENTE RECOMENDADO AOS CIRURGIÕES PLÁSTICOS, MEMBROS DESTA SOCIEDADE QUE NÃO PARTICIPEM DESTAS EMPRESAS, QUE APENAS VISAM AUFERIR LUCRO INTERMEDIANDO A PRESTAÇÃO DE SERVIÇÕS MÉDICOS.
CONSIDERAMOS ESTA ATITUDE EMPRESARIAL FUNESTA À ESPECIALIDADE E TAMBÉM DESMORALIZADORA À CLASSE MÉDICA.
JÁ ENCAMINHAMOS AO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO NOSSA POSIÇÃO CONTRÁRIA A ESTA PRÁTICA, COM OBJETIVOS EXCLUSIVAMENTE COMERCIAIS, CONTRÁRIOS AOS PRINCIPIOS DA ÉTICA MÉDICA, SOLICITANDO PROVIDÊNCIAS URGENTES, RECORRENDO INCLUSIVE AO MINISTÉRIO PÚBLICO.
À POPULAÇÃO EM GERAL E AOS NOSSOS PACIENTES EM PARTICULAR SOLICITAMOS QUE NÃO SE DEIXEM ENGANAR POR SUPOSTAS "FACILIDADES" OFERECIDAS POR ESSAS EMPRESAS.
*PROCURE SUE MÉDICO, ELE É A PESSOA MAIS INDICADA E CONFIÁVEL PARA AJUDÁ-LA (O) A SOLUCIONAR OS PROBLEMAS DE SAÚDE.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA
Demais Informações:
Raul Kury
Imprensa-SBCP
Tel-11-3044.0000
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
BIOPLASTIA NA MIRA
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESTRINGE A UTILIZAÇÃO DA BIOPLASTIA
EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 17/03/2006, O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ATRAVÉS DE SUAS CÂMARAS TÉCNICAS ESTABELECEU:
-A DENOMINAÇÃO DE "BIOPLASTIA", AMPLAMENTE DIVULGADO PELA MÍDIA, E QUE UTILIZA O PRODUTO, PMMA (POLIMETILMETACRILATO), APRESENTADO COM DIVERSOS NOMES COMERCIAIS E SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DOS EFEITOS DE SUA INTRODUÇÃO NO CORPO HUMANO, RECOMENDAMOS CAUTELA NA SUA UTILIZAÇÃO NO SENTIDO DE PROTEÇÃO AOS PACIENTES E RESTRITA AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA MÉDICA HABILITADOS.
*****SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA JÁ HAVIA SOLICITADO ESSA RESTRIÇÃO.
PARA A SBCP, ESSA LIMITAÇÃO NA UTILIZAÇÃO DA BIOPLASTIA, MUITAS VEZES EXERCIDA POR PESSOAS NÃO HABILITADAS, CAUSANDO INCLUSIVE MUTILAÇÕES, NECROSES, ALÉM DE SEQUELAS IRREVERSÍVEIS, ERA ANSEIO ANTIGO DOS CIRURGIÕES PLÁSTICOS, AFIRMA OSVALDO SALDANHA, PRESIDENTE NACIONAL DA SBCP.
Demais Informações:
Raul Kury
Imprensa-SBCP
Tel-11-3044.0000
imprensa@cirurgiaplastica.org.br
EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 17/03/2006, O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ATRAVÉS DE SUAS CÂMARAS TÉCNICAS ESTABELECEU:
-A DENOMINAÇÃO DE "BIOPLASTIA", AMPLAMENTE DIVULGADO PELA MÍDIA, E QUE UTILIZA O PRODUTO, PMMA (POLIMETILMETACRILATO), APRESENTADO COM DIVERSOS NOMES COMERCIAIS E SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DOS EFEITOS DE SUA INTRODUÇÃO NO CORPO HUMANO, RECOMENDAMOS CAUTELA NA SUA UTILIZAÇÃO NO SENTIDO DE PROTEÇÃO AOS PACIENTES E RESTRITA AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA MÉDICA HABILITADOS.
*****SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA JÁ HAVIA SOLICITADO ESSA RESTRIÇÃO.
PARA A SBCP, ESSA LIMITAÇÃO NA UTILIZAÇÃO DA BIOPLASTIA, MUITAS VEZES EXERCIDA POR PESSOAS NÃO HABILITADAS, CAUSANDO INCLUSIVE MUTILAÇÕES, NECROSES, ALÉM DE SEQUELAS IRREVERSÍVEIS, ERA ANSEIO ANTIGO DOS CIRURGIÕES PLÁSTICOS, AFIRMA OSVALDO SALDANHA, PRESIDENTE NACIONAL DA SBCP.
Demais Informações:
Raul Kury
Imprensa-SBCP
Tel-11-3044.0000
imprensa@cirurgiaplastica.org.br
Transplante total de face
Notícias
Rosto de Jovem foi substituído por “uma peça única”, segundo equipe médica de hospital em Barcelona.
Madri – Um hospital da Espanha informou ter efetuado o primeiro transplante completo de face do mundo. Um jovem que sofreu um acidente recebeu nariz, pele, mandíbula, maçã do rosto, dentes e outras partes. A cirurgia foi realizada por equipe médica composta por 30 pessoas no final de Março e teve duração de 24 horas, informou o Hopital Vall d´Hebron, em Barcelona.
O paciente tem agora um rosto completo a partir da linha do cabelo, disse o soutor Joan Pere Barret, que chefiou a cirurgia. “Se você o olhar no rosto, vê uma pessoa normal”, disse Barret. Ele explicou que o jovem não ficará com rosto idêntico ao do doador. O paciente é um jovem agricultor espanhol que cinco anos atrás sofreu um tiro acidental, no qual perdeu a maior parte do rosto. Antes desta última cirurgia, o paciente teve de fazer outras nove e só conseguia respirar e comer por meio de tubos. Ele também tinha problemas para falar.
Na Grã-Bretanha, o Grupo de pesquisa de Transplante Facial chamou a operação espanhola de “a mais complexa operação de transplante de face que provavelmente já foi feita no mundo até hoje”. Mas não qualificou a cirurgia como primeiro transplante completo de face. Barret disse que a cirurgia envolveu a remoção do que havia permanecido no rosto do homem e dar a ele uma substituição “numa peça única”. “Foi um pouco como o filme com John Travolta e Nicolas Cage”, disse ele referindo-se ao filme de 1997, A Outra Face , no qual Travoltapassa por uma cirurgia de alta tecnologia para adquirir a aparência do Vilão Cage e se infiltrar num grupo terrorista.
fonte: www.cirurgiaplastica.org.br
Rosto de Jovem foi substituído por “uma peça única”, segundo equipe médica de hospital em Barcelona.
Madri – Um hospital da Espanha informou ter efetuado o primeiro transplante completo de face do mundo. Um jovem que sofreu um acidente recebeu nariz, pele, mandíbula, maçã do rosto, dentes e outras partes. A cirurgia foi realizada por equipe médica composta por 30 pessoas no final de Março e teve duração de 24 horas, informou o Hopital Vall d´Hebron, em Barcelona.
O paciente tem agora um rosto completo a partir da linha do cabelo, disse o soutor Joan Pere Barret, que chefiou a cirurgia. “Se você o olhar no rosto, vê uma pessoa normal”, disse Barret. Ele explicou que o jovem não ficará com rosto idêntico ao do doador. O paciente é um jovem agricultor espanhol que cinco anos atrás sofreu um tiro acidental, no qual perdeu a maior parte do rosto. Antes desta última cirurgia, o paciente teve de fazer outras nove e só conseguia respirar e comer por meio de tubos. Ele também tinha problemas para falar.
Na Grã-Bretanha, o Grupo de pesquisa de Transplante Facial chamou a operação espanhola de “a mais complexa operação de transplante de face que provavelmente já foi feita no mundo até hoje”. Mas não qualificou a cirurgia como primeiro transplante completo de face. Barret disse que a cirurgia envolveu a remoção do que havia permanecido no rosto do homem e dar a ele uma substituição “numa peça única”. “Foi um pouco como o filme com John Travolta e Nicolas Cage”, disse ele referindo-se ao filme de 1997, A Outra Face , no qual Travoltapassa por uma cirurgia de alta tecnologia para adquirir a aparência do Vilão Cage e se infiltrar num grupo terrorista.
fonte: www.cirurgiaplastica.org.br
domingo, 18 de julho de 2010
Sindrome pre menstrual
SÍNDROME PRÉ-MENSTRUAL
Antes de mais nada, é bom esclarecer que a "tensão" pré-menstrual (TPM) passou a chamar-se "síndrome" pré-menstrual (SPM) para fazer jus à gravidade do quadro, que se caracteriza por inúmeros sintomas e não apenas por uma "tensão" no período pré-menstrual.
Alguns dias antes da menstruação, a grande maioria das mulheres acorda mal-humorada, tem dor de cabeça, ansiedade, não consegue produzir como de costume nem conviver bem socialmente e, ainda, ataca geladeira e armários atrás de doces, pão, macarrão, bolachas e outros carboidratos. E ela também sente dor nas mamas, depressão, angústia, cólicas e, o que é pior, fica com o corpo inchado, sentindo-se gorda! Isso tudo faz com que ela fique agressiva, instável e carente. Essa síndrome atinge um número enorme de mulheres. Cerca de 75% delas costumam ter sintomas leves a moderados; mas, em cerca de 10%, podem ocorrer sintomas mais intensos, levando até mesmo à hospitalização. Tudo começa cerca de duas semanas antes da menstruação e, em geral, acaba com o início dela. Mas há casos em que os sintomas se mantêm por alguns dias durante o período menstrual.
É no período pré-menstrual que os níveis dos hormônios femininos caem. Sem sustentação hormonal, tanto o endométrio se descama e é eliminado na forma de sangramento (menstruação) quanto a sucessão de sintomas desagradáveis é desencadeada. Durante muito tempo pensou-se que a progesterona fosse a responsável pela síndrome pré-menstrual, mas isso não faz sentido. Se a progesterona desencadeasse a SPM, imagine como seria a vida das mulheres grávidas, cujos níveis de progesterona no organismo chegam a ficar dez a vinte vezes mais altos do que durante o ciclo menstrual! Mas, como se sabe, sintomas da SPM não ocorrem durante a gestação. Assim, é mais provável que a síndrome pré-menstrual seja desencadeada por uma deficiência de progesterona acompanhada de uma predominância estrogênica (excesso de estrogênio no organismo).
Da mesma forma que a SPM, a predominância estrogênica também provoca retenção de líquidos, seios inchados, dores de cabeça, alterações no humor, perda da libido e padrões insatisfatórios de sono. Como cada mulher responde de forma individualizada às variações hormonais, fica difícil identificar o que desencadeia a sindrome em cada uma delas e, igualmente, torna-se difícil estabelecer o que a ajudará a controlar os sintomas. Algumas se dão bem com determinado medicamento enquanto outras não o toleram. Na busca de um tratamento que pudesse aliviar os sintomas da SPM em todas as mulheres, médicos e pesquisadores descobriram a utilidade da progesterona bioidêntica. Usada com critério, a progesterona bioidêntica pode ajudar em muito e, até mesmo, resolver o problema em determinados casos, pois ela neutraliza os efeitos dos estrógenos ambientais (xenoestrógenos) e dos ciclos anovulatórios (sem ovulação), que são grandes responsáveis pela carência de progesterona no organismo.
Preventivamente, é aconselhável reduzir o consumo de bebidas gasosas e que contenham álcool ou cafeína, como refrigerantes, café, chá preto, substituindo-as por sucos, chá de erva-cidreira e água. Deve-se, também, aumentar o consumo de água pura (o ideal é tomar dois litros de água por dia), mas não durante as refeições, e o consumo de alimentos frescos, de preferência orgânicos, evitando-se alimentos refinados, processados, que contenham conservantes, e os embutidos, como salsicha, lingüiça, salame, presunto, etc. Contudo, para uma ação mais efetiva, o uso de progesterona bioidêntica deve ser associado a esses cuidados, mas com orientação médica, é claro!
fonte: www.lairribeiro.com.br
Antes de mais nada, é bom esclarecer que a "tensão" pré-menstrual (TPM) passou a chamar-se "síndrome" pré-menstrual (SPM) para fazer jus à gravidade do quadro, que se caracteriza por inúmeros sintomas e não apenas por uma "tensão" no período pré-menstrual.
Alguns dias antes da menstruação, a grande maioria das mulheres acorda mal-humorada, tem dor de cabeça, ansiedade, não consegue produzir como de costume nem conviver bem socialmente e, ainda, ataca geladeira e armários atrás de doces, pão, macarrão, bolachas e outros carboidratos. E ela também sente dor nas mamas, depressão, angústia, cólicas e, o que é pior, fica com o corpo inchado, sentindo-se gorda! Isso tudo faz com que ela fique agressiva, instável e carente. Essa síndrome atinge um número enorme de mulheres. Cerca de 75% delas costumam ter sintomas leves a moderados; mas, em cerca de 10%, podem ocorrer sintomas mais intensos, levando até mesmo à hospitalização. Tudo começa cerca de duas semanas antes da menstruação e, em geral, acaba com o início dela. Mas há casos em que os sintomas se mantêm por alguns dias durante o período menstrual.
É no período pré-menstrual que os níveis dos hormônios femininos caem. Sem sustentação hormonal, tanto o endométrio se descama e é eliminado na forma de sangramento (menstruação) quanto a sucessão de sintomas desagradáveis é desencadeada. Durante muito tempo pensou-se que a progesterona fosse a responsável pela síndrome pré-menstrual, mas isso não faz sentido. Se a progesterona desencadeasse a SPM, imagine como seria a vida das mulheres grávidas, cujos níveis de progesterona no organismo chegam a ficar dez a vinte vezes mais altos do que durante o ciclo menstrual! Mas, como se sabe, sintomas da SPM não ocorrem durante a gestação. Assim, é mais provável que a síndrome pré-menstrual seja desencadeada por uma deficiência de progesterona acompanhada de uma predominância estrogênica (excesso de estrogênio no organismo).
Da mesma forma que a SPM, a predominância estrogênica também provoca retenção de líquidos, seios inchados, dores de cabeça, alterações no humor, perda da libido e padrões insatisfatórios de sono. Como cada mulher responde de forma individualizada às variações hormonais, fica difícil identificar o que desencadeia a sindrome em cada uma delas e, igualmente, torna-se difícil estabelecer o que a ajudará a controlar os sintomas. Algumas se dão bem com determinado medicamento enquanto outras não o toleram. Na busca de um tratamento que pudesse aliviar os sintomas da SPM em todas as mulheres, médicos e pesquisadores descobriram a utilidade da progesterona bioidêntica. Usada com critério, a progesterona bioidêntica pode ajudar em muito e, até mesmo, resolver o problema em determinados casos, pois ela neutraliza os efeitos dos estrógenos ambientais (xenoestrógenos) e dos ciclos anovulatórios (sem ovulação), que são grandes responsáveis pela carência de progesterona no organismo.
Preventivamente, é aconselhável reduzir o consumo de bebidas gasosas e que contenham álcool ou cafeína, como refrigerantes, café, chá preto, substituindo-as por sucos, chá de erva-cidreira e água. Deve-se, também, aumentar o consumo de água pura (o ideal é tomar dois litros de água por dia), mas não durante as refeições, e o consumo de alimentos frescos, de preferência orgânicos, evitando-se alimentos refinados, processados, que contenham conservantes, e os embutidos, como salsicha, lingüiça, salame, presunto, etc. Contudo, para uma ação mais efetiva, o uso de progesterona bioidêntica deve ser associado a esses cuidados, mas com orientação médica, é claro!
fonte: www.lairribeiro.com.br
terça-feira, 8 de junho de 2010
Como escolher sua protese de silicone?
A cirurgia de aumento mamário é uma das mais procuradas hoje em dia. O sonho de ter mamas mais firmes e volumosas é freqüente e, na maioria das vezes, realizado com sucesso com a cirurgia de prótese de silicone.
A dúvida que sempre paira sobre a mente das pacientes é: “Qual prótese escolher? Qual o volume e formato que ficará melhor em mim?”. É muito comum a pessoa decidir o tamanho e formato da sua prótese baseado em um resultado bom de uma amiga. Este é o erro mais comum. Cada pessoa é única. É imprescindível avaliar o tamanho e formato da mama, dimensão do tórax e biótipo da pessoa. Não é uma decisão simples de ser tomada nem tampouco pode ser realizada rapidamente. O médico precisa ter sensibilidade para entender o que a mulher deseja e a paciente deve ter paciência e calma. Somente após uma conversa franca e análise cuidadosa é possível chegar a uma decisão.
Inúmeros modelos estão disponíveis no mercado. Volumes de 80 a 800ml são encontrados. Formatos e modelos podem ser encomendados. Dentre tantos modelos, qual escolher?
Ilustraremos alguns aspectos relevantes que ajudam esta decisão.
Momento da vida: É muito diferente realizar a cirurgia em uma mulher de 20 anos que nunca amamentou e outra de 35 anos com 3 filhos. O aspecto da pele (espessura e flacidez) e o volume mamário existente são importantíssimos.
Local da incisão: São possíveis 3 opções: Sulco mamário (dobra da mama), axila e pela aréola (bico mamário).
Biótipo corporal: Medidas do diâmetro do tórax, estatura, tamanho da mama, distância da mama ao quadril e proporção entre busto e quadril. O mais importante é ter uma cirurgia que combine com o restante do corpo. É mais natural. Mulheres muito baixas que colocam implantes muito grandes podem parecer que estão “acima do peso”, com resultado artificial.
- Mulheres altas com tórax estreito geralmente usam prótese de perfil alto e base estreita (estreito em baixo e projeção grande para frente)
- Mulheres com tórax largo: Próteses com a base mais larga evitam que as mamas apareçam afastadas demais.
- Estatura mediana: A decisão é baseada na medida do tórax e das mamas.
O que significa perfil “alto” “baixo”? O perfil refere-se a projeção “para frente”. Perfil alto são mais projetadas. Perfil baixo são menos projetadas para frente.
Qual a diferença entre redonda e anatômica? A prótese redonda preenche igualmente todos os espaços da mama. A prótese anatômica preenche mais a parte média e inferior da mama. Ela projeta menos o “colo” da mama. Pessoas com pele muito fina e usam próteses redondas com grande volume podem ter o aspecto de “duas bolas redondas” na mama, o que é considerado pouco natural. A prótese de perfil anatômico tem menor volume em cima e maior volume na parte inferior, imitando o formato da mama. É usada para pessoas com muito bom formato de mama, bem proporcionais que desejam aumento uniforme de toda a mama.
Enfim, a escolha da prótese ideal para você não é uma decisão simples. Deve ser embasada em vários parâmetros e amplamente discutida. Somente assim seu sonho pode ser realizado.
www.drmarceloono.com.br
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Como age o acido hialuronico?
O acido hialuronico é utilizado como preenchedor facial. Tem o efeito de aumentar o volume de certas regiões do rosto como os labios, sulco nasogeniano (bigode chines), maçã do rosto. Camufla algumas marcas do tempo e rugas profundas.O efeito dura 6 meses a 1 anos, conforme a espessura do produto e região do rosto aplicada.
Ilustramos como ele age na figura abaixo.
Ilustramos como ele age na figura abaixo.
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